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Suicídio na era da técnica: aproximações fenomenológico-existenciais
Abordar o suicídio como questão existencial não é relativizar a gravidade do ato nem negar o papel de políticas públicas e serviços clínicos. Trata-se, antes, de ampliar o campo explicativo e terapêutico: compreender o suicídio como intersecção entre fatores biográficos, clínicos, sociais e epocais, abrindo espaço para intervenções que dialoguem com a singularidade do existir e com os sentidos que a pessoa atribui à sua vida e à sua morte.
Samy Andaku
14 de mar.4 min de leitura


Afinal, o que a gente entende por saúde?
Afinal, o que a gente entende por saúde? A palavra parece simples, mas, se olharmos de perto, vemos que ela foi moldada por séculos de ideias, práticas e interesses que ditaram o que seria aceitável, bonito, normal e desejável.
Samy Andaku
14 de mar.3 min de leitura
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