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Entre o Cansaço e o Cuidado: Trabalho, Família e os Paradoxos da Vida Contemporânea no Brasil
A compreensão contemporânea das relações entre trabalho, família e saúde mental exige uma análise integrada que considere tanto os condicionantes estruturais da vida social quanto as experiências subjetivas dos indivíduos. A literatura aponta de forma consistente que o excesso de trabalho e a sobrecarga ocupacional configuram-se como fatores centrais no desequilíbrio entre vida profissional e vida familiar, produzindo impactos significativos não apenas no bem-estar individual
Samy Andaku
18 de abr.4 min de leitura


infância não acontece sozinha: como sociedade, punição e parentalidade moldam o desenvolvimento das crianças
Quando pensamos no desenvolvimento infantil, muitas vezes imaginamos apenas a criança e sua família. No entanto, a infância não acontece de forma isolada. Ela é profundamente influenciada pelo contexto social, cultural e relacional em que a criança cresce. Desde muito cedo, as crianças observam o mundo ao seu redor, escutam conversas, percebem tensões e aprendem — muitas vezes de forma silenciosa — como as pessoas se relacionam, como lidam com conflitos e quais comportamentos
Samy Andaku
29 de mar.6 min de leitura


Diagnóstico em saúde mental: o que a fenomenologia pode nos ensinar?
Os manuais diagnósticos contemporâneos, como o DSM e a CID, desempenham um papel importante na organização do conhecimento em saúde mental. Eles oferecem critérios que auxiliam na identificação de padrões de sintomas, favorecem a comunicação entre profissionais e contribuem para o planejamento de tratamentos e pesquisas. No entanto, a tradição fenomenológica, especialmente na psicopatologia, convida os profissionais da saúde a refletirem sobre os limites de uma compreensão ex
Samy Andaku
15 de mar.3 min de leitura


Estresse tóxico: por que proteger a gestação e a infância é fundamental para o desenvolvimento humano
Compreender o que é o estresse tóxico e seus impactos é essencial para reconhecer a importância de proteger gestantes e crianças em seus primeiros anos de vida, garantindo condições adequadas para um desenvolvimento saudável.
Samy Andaku
15 de mar.3 min de leitura


O brincar como linguagem da infância: escuta e expressão na clínica psicológica
Na infância, o brincar não é apenas uma atividade recreativa ou um passatempo. Trata-se de uma forma fundamental de expressão, elaboração e construção de sentido sobre as experiências vividas.
Samy Andaku
15 de mar.2 min de leitura


Fenomenologia-Existencial na Clínica: uma ampliação do olhar sobre o sofrimento psíquico
A complexidade da experiência humana frequentemente exige também outros modos de compreensão do sofrimento psíquico. Nesse contexto, a abordagem fenomenológico-existencial oferece uma perspectiva clínica que pode dialogar e complementar os modelos mais protocolizados.
Samy Andaku
15 de mar.2 min de leitura


Um olhar fenomenológico para a infância
A análise existencial parte da ideia de que cada criança é um ser único, livre e em constante construção de sentido. Inspirada pela fenomenologia, ela busca compreender a experiência vivida pela criança a partir de seu próprio olhar, sem interpretações prontas ou rótulos.
Samy Andaku
14 de mar.3 min de leitura


Adolescência e a sua potência criadora
O terapeuta não ocupa a posição de quem “ensina o certo e o errado”, mas sim de alguém que caminha junto, facilitando reflexões, ampliando perspectivas e ajudando o adolescente a entrar em contato com suas próprias experiências.
Samy Andaku
14 de mar.1 min de leitura


Competências e Habilidades Sociais: por que são tão importantes na infância e na adolescência?
Desde cedo, as crianças aprendem a se relacionar com o mundo. Seja no convívio familiar, na escola ou nas amizades, elas precisam desenvolver formas de comunicar sentimentos, respeitar limites e cooperar com os outros. Essas capacidades, chamadas de habilidades sociais e competências sociais, são fundamentais para o crescimento saudável.
Samy Andaku
14 de mar.2 min de leitura


Suicídio na era da técnica: aproximações fenomenológico-existenciais
Abordar o suicídio como questão existencial não é relativizar a gravidade do ato nem negar o papel de políticas públicas e serviços clínicos. Trata-se, antes, de ampliar o campo explicativo e terapêutico: compreender o suicídio como intersecção entre fatores biográficos, clínicos, sociais e epocais, abrindo espaço para intervenções que dialoguem com a singularidade do existir e com os sentidos que a pessoa atribui à sua vida e à sua morte.
Samy Andaku
14 de mar.4 min de leitura


Afinal, o que a gente entende por saúde?
Afinal, o que a gente entende por saúde? A palavra parece simples, mas, se olharmos de perto, vemos que ela foi moldada por séculos de ideias, práticas e interesses que ditaram o que seria aceitável, bonito, normal e desejável.
Samy Andaku
14 de mar.3 min de leitura
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